Mostrar mensagens com a etiqueta He is. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta He is. Mostrar todas as mensagens

5 de dezembro de 2008

He's just not that into you:

Relativamente ao memorando anterior, ou seja, dois posts para baixo, este: em vez de andar - horas e horas - a queixar-me de que quero atenção e carinho daquela pessoa, porque não olhar à minha volta e perceber que há outra(s) pessoa(s) que gostavam de estar nesse papel?
É que senão perde-se tempo a querer ter o que não há-de ser nosso.



Texto fútil e impulsivo, mais uma vez.

1 de dezembro de 2008

Memorando:

- Da próxima, quando levar horas e horas a queixar-me - a tudo e a todos - de que quero mais atenção, e carinho, e tuditudi, especificar concretamente de quem... trust me, senão calham - mesmo - os errados;



Veneza - Novembro 2008

27 de outubro de 2008

Está tudo dito, aqui:

(...)
"Afinal quanto vale um toque? Uma pele que só apetece cheirar, uns braços fortes na nossa cintura e umas mãos decididas? Tudo, meus amigos.Uma mulher quer que a puxem pela cintura, querem que a façam sentir desejada e ao mesmo tempo segura. Querem um homem, não querem um menino".
(...)


O resto, aqui.

19 de outubro de 2008

Entre o jantar e o estudo

Sem ter tido tempo para mais, aqui fica um resumo do que se vai passando:

- Tenho espondilite anquilosante, o que supostamente me faz ter de repousar o máximo possível (not!) e fazer fisioterapia;
- Voltei a escrever para o Semanário Académico de Lisboa, que sai nas universidades às Terças. Não é remunerado mas dá direito a receber convites para algumas festas :)
- Estou a colaborar de novo com o Diário Económico, agora como freelancer, no suplemento Caixa-Empresas;

- Quanto ao amor em part-time, será que sobra tempo - e pessoa - para isso?

12 de outubro de 2008

Há dias disseram-me:

"Tu precisas é de um amor em part-time ".


Talvez. Mas teria mesmo de ser em part-time. Sem horários e dias definidos. Sem explicações, ou interrogações. Depois de tudo, é a única forma, pelo menos agora, de dar a alguém aquilo que quero receber.

19 de setembro de 2008

Perdõem-me a falta de novidades no blog...

Mas para além das férias terem sido apenas praia e descanso, estou a aproveitar o que resta delas para ver as quatro seasons do Lost (Perdidos, em português). O que é que acontece... Ando ligeiramente distraída com isto:




Eu sei, ando um bocadinho atrasada no mundo das séries. Toda a gente viu o Lost e babou pelo Sawyer (Josh Holloway) há uns meses atrás. Mas o que é que querem, eu não via. Como nunca vi um episódio do Prison Break.. pois, eu sei... mas é a série que se segue!


28 de julho de 2008

Aqui fica parte do melhor post que li sobre sexo e relações:


Eles, quando pretendem sexo sem compromisso, raramente o dizem. É possível que o demonstrem de uma forma ou de outra, mas não o dizem por A+B, na cara. Andam às voltas, tentam demonstrar, mantêm a distância, mas não o assumem. (...)
E quando são elas a querer sexo sem compromisso? O primeiro erro é pôr as cartas na mesa. A maior parte das mulheres não tem paciência para andar às voltas com gajos que querem só levar para a cama. (...)
Eles até podem desconfiar que estão a ser usados para os prazeres da alcova, mas daí a aceitarem isso de ânimo leve, quando lhes é dito na cara, vai uma volta ao Mundo. Os homens, diz-me a experiência (a própria e a adquirida com anos e anos de desabafos), não gostam de perder o controlo da situação. É contra natura. É quando os queremos para o sexo (não na generalidade, apenas na maioria dos casos) que eles insistem em fazer uma de duas coisas: tentar fazer com que nos apaixonemos por eles ou fazer todos os possíveis para não demonstrar um pequeno fio de sentimento.
A enxotar a miúda em questão. A ter o controlo da situação, a puxar os cordéis como querem e quando querem. O inverso nos papéis obriga-os a repensar toda a estratégia. E isso baralha. Para fazer a mulher cair na deles, são capazes de se transformar numas melgas. Mas, atenção, eles não estão apaixonados. Apenas não estão dispostos a ser o objecto. A segunda torna-os estranhos. Uma mulher que só quer sexo é aquilo que eles desejaram durante muito tempo, ou em alguma fase da vida. Não querem deixá-la fugir. Contudo, acham que por dizerem "Quero estar contigo!" estão a infringir as regras, ou a revelar a possibilidade da existência de um sentimento que eles acham que não deveria existir numa relação de puro sexo. O pior é que, nestas coisas, não há verdades absolutas. E também não há coisas que são só brancas ou só negras. A vida e as relações são a cores.

Tudo, aqui.

8 de julho de 2008

Definição perfeitinha de "homem"



"Que pode uma mulher escrever numa página com este nome senão a sua opinião sobre os homens?Os homens. Aquele género, espécimen ou ser onde está incluída a classe “Gajo”.O gajo é aquele tipo de homem sem o qual não se consegue viver mas com o qual também não se pode viver.

É, antes de qualquer outra coisa, independente. Sabe cozinhar, lavar, passar a ferro, arrumar, limpar a casa e não tem pudor ao vestir um avental mesmo que seja a única peça de roupa que tem no corpo. O gajo não se coíbe de estender a roupa ou fumar na varanda completamente nu.

Ele tem que ter no mínimo 1,68m e tem que ser moreno. Gajo que é gajo nunca pode ser loiro ou ter olhos azuis. O gajo não tem estado civil e se tiver não interessa nada pois nunca fala dele.Destila charme com qualquer peça de roupa. Desde os jeans com camisa ou t-shirt até aos momentos em que veste um fato e anilha uma gravata ao pescoço.


Gajo que é gajo gosta de ler. Não só compra jornais, como tem espalhados pela casa livros que vai lendo e folheando em qualquer altura do dia. Guarda cartas, bilhetes de cinema ou espectáculos antigos na sua agenda que quase parece ser um altar de toda a sua actividade diária.


O gajo gosta de mulheres. Gosta de as seduzir e de se deixar seduzir por elas.É implacável a cortar-lhes a liberdade da troca de olhares ou dos diálogos quando as sente demasiado perto e já não tem interesse em lhes mostrar os quadros que tem no quarto. Mas quando se deixa seduzir gosta das ter deitadas na sua cama, esgotadas e de as observar.


Gajo que é gajo pensa sempre pela sua cabeça. Tem interesse na política mas não a discute na mesa do café. Aliás raramente se senta à mesa de uma qualquer esplanada a não ser se for um petisco com o grupo de amigos que mantém há vários anos.


Gajo que é gajo nunca é nem marido, nem companheiro, é tudo o resto que é muito mas nunca o suficiente para uma Gaja. Mas isso é história para outra altura."



Não preciso acrescentar mais nada. Retrato conciso e fiel da realidade masculina :)
Retirado daqui.

29 de março de 2008

Sábados...

ele hoje está aqui:

Puntarenas - Costa Rica

E eu vou passar o dia assim:


Devia haver uma Lei qualquer que me obrigasse a não deixar tudo para a última da hora. E outra que obrigasse as pessoas a passarem o Sábado à tarde numa esplanada, ao sol, com as pessoas que mais gostam. E outra ainda que oferecesse bilhetes de avião para países tropicais a alunas super aplicadinhas (hmm hmm) que não vêem o sol há uns dias.

(NOTA: A minha secretária, mesmo assim, consegue ser um pouco mais agradável que esta, que foi retirada da net. A minha máquina fotográfica é que não me deixou fotografá-la. Em breve ponho imagens da minha - pequena - casa).

14 de março de 2008

A thousand miles seems pretty far...

(...)

Don't you worry about the distance

I'm right there if you get lonely

Give this song another listen

Close your eyes

Listen to my voice it's my disguise

I'm by your side

Oh it's what you do to me

Oh it's what you do to me

Oh it's what you do to me

Oh it's what you do to me

What you do to me

(...)

We'll have the life we knew we would

My word is good

(...)

A thousand miles seems pretty far

But they've got planes and trains and cars

I'd walk to you if I had no other way

Our friends would all make fun of us

And we'll just laugh along because we know

That none of them have felt this way

Delilah I can promise you

That by the time we get through

The world will never ever be the same

And you're to blame

7 de março de 2008

A explicação...

Venho aqui explicar porque não tenho escrito no blog. Sinceramente não acho que ainda haja alguém que me leia, provavelmente devem passar por aqui e já nem sequer ligam.
Como tinha dito num dos posts mais abaixo, há uns tempos terminei um relacionamento que tinha há quase 5 anos. No entanto, por dizermos que terminámos uma relação não significa que essa relação termine para nós, nem que saibamos viver, de um dia para o outro, de uma forma completamente diferente, de forma fantástica, sem um (grande) bocado que nos falta.
No entanto, e apesar de a relação "oficial" ter terminado, a relação a que só aos dois dizia respeito foi impossível de terminar, assim, de um momento para o outro.
Mas a relação que já não era relação quis ser relação de novo quando se soube que ele tinha sido escolhido para trabalhar numa companhia de cruzeiros, durante 6 meses. E até ia ganhar bem. Só que ia embora duas semanas depois. Porquê? Ah, pois, porque os cruzeiros partem dos Estados Unidos da América, e param ou no Panamá, ou no Alaska.
E a relação, que já não era relação mas que sempre o será, porque é impossível deixar de o ser, viu-se a ficar suspensa durante 6 meses, já que a rede de telemóvel só dá quando o barco está em terra (raramente), e não há e-mail, nem viagens para o visitar.
E eu, que quis acabar com uma relação da qual nunca quis sair, vejo a minha vida em completo stand-by e estou meio perdida, ora a olhar para o telemóvel esperando que ele toque, ora sentindo que grande parte do meu dia-a-dia já não tem a mínima piada porque já não tem aquelas piadas parvas, nem as gargalhadas fúteis, ou os jantares românticos e os passeios regulares.
Mas pronto, a América é já ali, não é? e seis meses passam rápido, não passam? e duas pessoas separadas durante 6 meses gostam o mesmo uma da outra, não gostam?
E como vêem, a minha imaginação para posts não é muito boa, assim como o meu estado de espírito. Se houver alguém que ainda tenha a paciência para me ler, que diga qualquer coisa num comentário, porque se não também não faz muito sentido continuar a escrever na travessa.
Inês