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15 de novembro de 2008

O "Último Metro" de Jorge Palma







A única coisa boa de trabalhar num jornal onde não se é remunerado é ter bilhetes grátis para várias coisas. Desta vez, para o concerto do final da digressão de Jorge Palma, "Último Metro". 32 temas da carreira onde apenas conhecíamos uns quatro ou cinco. Mas valeu pelo grande músico que é, pelos cantores que a ele se juntaram (Tim, João Gil) e pela noite bem passada. Agora resta-me escrever 2000 caracteres sobre o concerto...

Milão fica então para o próximo post. Ah, e não estavam a pedir uma foto minha de frente? Cá está :) (sou a da esquerda, by the way. Sim, o loiro foi-se...)

31 de outubro de 2008

Diário de bordo da última semana:

Estoril, Chelas, Benfica, Sintra, Colares, Academia Sporting, Alcochete, Benfica, Loures.

As costas queixam-se, o cérebro pede descanso, o sono é imenso.
Desconheço qualquer conceito que conjugue as palavras "vida" e "social". A universidade, o jornal e os trabalhos de publicidade não deixaram, esta semana, qualquer espaço para isso. Entretanto, pode ser que as coisas melhorem. Pode ser que, brevemente, volte a ter vida de estudante universitária...

Entretanto, fica uma das músicas que mais toca no portátil e nestas infinitas viagens.


Adele - Hometown Glory

19 de outubro de 2008

Entre o jantar e o estudo

Sem ter tido tempo para mais, aqui fica um resumo do que se vai passando:

- Tenho espondilite anquilosante, o que supostamente me faz ter de repousar o máximo possível (not!) e fazer fisioterapia;
- Voltei a escrever para o Semanário Académico de Lisboa, que sai nas universidades às Terças. Não é remunerado mas dá direito a receber convites para algumas festas :)
- Estou a colaborar de novo com o Diário Económico, agora como freelancer, no suplemento Caixa-Empresas;

- Quanto ao amor em part-time, será que sobra tempo - e pessoa - para isso?

30 de julho de 2008

E para quem estiver interessado:

Amanhã leia a página 42 e 43(se não estou em erro), do suplemento "Carreiras" do Diário Económico. Quem escreveu fui eu. Se está bom digam vocês!

11 de julho de 2008

Conclusões da primeira semana de estágio:

Depois de conferência de imprensa na sede do PSD, ontem foi dia de fazer a cobertura do debate do Estado da Nação, no Parlamento, com o senhor S--0--c--r--a--t--e--s (é melhor pôr assim não vá o senhor fazer uma pesquisa no Google e pôr-me um processo por difamação). Após ter conhecido toda a Assembleia por dentro (Com o meu primeiro cartão amarelo a dizer "Comunicação Social"), sentei-me no plenário a assistir a toda uma panóplia de argumentos infundados e sem qualquer valor político.



Conclusões a tirar:

-O S--o--c--r--a--t--e--s consegue ser mais odiável ao vivo; quando as câmaras de TV se desligam é um perfeito idiota para com toda a gente, comunicação social incluída;
- Na televisão não se percebe a verdadeira essência dos debates no parlamento, em que nenhum deputado ouve os discursos dos outros, pois têm sempre cafés a tomar e xixis (chichis?) a fazer;
- Os políticos vivem para o telejornal das oito;
- Os membros do Governo, ao saberem que uma jornalista queria abordá-los para confrontá-los com uma medida polémica, falaram todos ao telefone (disfarçando) para que todos confirmassem a mesma história;
- Ainda o S--o--c--r--a--t--e--s: acha mesmo que está a gerir bem o país, e esse é o principal problema dele.

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Mudando drasticamente de assunto, acabei de descobrir que alguém membro do governo AMERICANO leu o meu blog... Durante 5 minutos e 45 segundos!!! Mas quem é que aguenta ler durante tanto tempo o Travessa da Espera? Leitores, isto está grave!!! Neste blog não se diz nada de jeito, e começo a duvidar da sanidade mental de quem me lê... principalmente se for membro do Governo mais poderoso do mundo, começo a ter um bocadinho de receio... e eu que sempre escrevi o que queria por achar que ninguém me lia...



Comprovem-no aqui:

7 de julho de 2008

Conclusões do 2º dia de estágio:

- A maioria dos jornalistas não tiraram o curso de jornalismo;
- um Jornalista é um ser estranho: não tem horário fixo, mas isso não implica que não trabalhe 12 horas, e com prazer!
- Quando me falaram em estágio, pensei em servir cafés, não em escrever para o jornal :)

E mais conclusões virão com toda a certeza... acabou a pausa!

3 de maio de 2008

Dia Mundial da Imprensa


Felizmente, temos uma imprensa livre.

Que espero, daqui a pouco mais de um ano, tenha mais uma jornalista profissional. Não me interessa particularmente começar por nenhum meio. Quero apenas mostrar que tenho talento e uma grande vontade de aprender com quem sabe mais do que eu. Quero passar por todos os meios, quero que vejam o meu valor. Independentemente do que tenha de trabalhar no princípio, desde que nos dêem algum valor e que não se aproveitem de estagiários para não pagarem o merecido por cada trabalho... aguardem-nos! Sem querer parecer pretensiosa, parece-me que sairá uma "fornada" de futuros profissionais bastante competentes!!

20 de fevereiro de 2008

Vale a pena.

Ter o jornalista José Alberto Carvalho como professor. É um génio na área, podia ficar a ouvi-lo todo o dia.

Adenda: não tenho escrito por motivos de força maior. Mas vou voltar, lá isso vou.

10 de janeiro de 2008

O meu curso parece uma sessão de tortura...

... pois a cada dia que passa e como as coisas se vão complicando, há pessoas a desistir. Uma amiga minha fê-lo esta semana e outras pensam fazê-lo. Tenho pena, pois vão fazer falta.

Mas também, à velocidade luz que empinamos matéria, mais vale estar só quem gosta de sofrer para um dia ser jornalista...

Estranho é que eu cada dia gosto mais do curso... serei normal?

27 de dezembro de 2007

Há dias diferentes...

Hoje entrevistei o Dr. Villas-Boas, director do Refugio Aboim Ascensão, em Faro, e apoiante de muitas causas, nomeadamente do sargento Luis, pai da Ana Filipa (vulgo Esmeralda, que hoje fiquei a saber é o nome que os pais biológicos deram, Ana escolheram os pais adoptivos). Ao longo de 45 minutos, falamos sobre ele, sobre mim, sobre crianças abandonadas, sobre o método de criar crianças que não têm nada senão afecto.

E no final, como se isto já não fosse bom, apresentou-me como "amiga" a 3 rapariguinhas lindas. E elas correram para mim e abraçaram-me, num grande abraço, de meninas pequeninas.

29 de novembro de 2007

O jornal onde eu escrevo...

Também tem um site onde, todas as semanas, podem lê-lo em formato PDF. Escrevo na secção de Desporto, página 11, normalmente.

Às Terças, AQUI.

26 de novembro de 2007

A minha semana dava uma história... para rir, só pode!

Para conseguir um dinheiro extra e porque os cursos não são fáceis de pagar (Especialmente quando se está fora de casa), inscrevi-me numa agência de publicidade e hospedeiras. Logo no dia seguinte, eu e uma amiga recebemos um telefonema para um congresso de medicina, que iria acontecer nesta semana em que estamos agora. Tudo bem, pagam bem, aceitámos.
Domingo chegámos lá e era ... medicina sexual. O congresso tem só assim mais de 2000 pessoas de todo o mundo, entre médicos, farmacêuticos e afins. Para além de ser em inglês, hoje levei o dia todo a responder a perguntas tipo: "do you know were is the room of penis disfunctions?", "may you tell me please were is the conference about lubrification of vaginas"?, "Sorry, I wan't to find the viagra exposition, where it is". etc, etc, etc...
Também tive de distribuir folhetos sobre "basis on precoce ejaculation"... Pronto, já estão a idealizar, não estão?? Porque se quiserem posso continuar a exemplificar...
E é por isto que eu vos tenho trocado, é por isto que não escrevo no blog. E até quarta-feira à noite será assim. Enfim, mais histórias virão, não tenho dúvidas!!
Beijinhos (tenho de ler os vossos blogs, prometo).


Desculpem a linguagem deste post... prometo conter-me nos próximos!

21 de novembro de 2007

Espaço Ágora e o meu estado de pseudo-loucura

Quão contente fiquei hoje quando tinha 3 comentários vossos a perguntar por mim. Queridos, como podem ver pela hora, só agora cheguei a casa, vim da redacção do jornal e do Espaço Ágora, onde se estuda desenfreadamente.

Conclusões a tirar:

  • o estudo está cada vez mais intenso
  • amanhã sairá o meu primeiro artigo impresso num jornal de 35 000 exemplares de tiragem. Será a minha relíquia, o meu primeiro artigo, tão cutxi-cutxi.

22 de outubro de 2007

ai...


Não é que eu não adore escrever, presentear-vos com os meus magníficos pensamentos e conclusões.

Até moro ao pé da faculdade e nem tenho passado os fins-de-semana no Algarve. Também não tenho (mesmo!) saído à noite, e raros são os jantares sociais.

Acontece que a redacção do jornal é em santos - longe - e as reuniões são as 9 da noite. Acontece que tenho 8 cadeiras na faculdade - entenda-se, é um politécnico (logo, muito mais trabalho).

Assim, um dia quotidiano ultimamente envolve acordar as 9 para fazer trabalhos de grupo, aulas à tarde, reuniões do jornal à noite e estudar até de madrugada. A única coisa que quebra a monotonia dos meus dias são conferências que assistimos 1x semana, também para a faculdade, mas nesses dias são 10 horas seguidas de palestras (hmmm...).

Sim, realmente os meus dias são do melhor!! Portanto desculpem a falta de posts, acreditem que tinha muito para escrever, mas a vontade é pouca! Prometo voltar, quiçá com posts ainda melhores (cof cof) do que os anteriores!!!

12 de outubro de 2007

Trip to journalism.


O melhor da minha faculdade é mesmo o carácter prático do curso e a forma como nos preparam.



Hoje foi dia de visitar a Agência Lusa, sentir o espírito da redacção mais frenética do país e ter a consciência: é isto mesmo que queremos fazer da vida?

Dando-vos algumas curiosidades sobre a agência, saibam que (cerca de) 75% das notícias que vemos na imprensa escrita, rádio e TV são feitas pela Lusa. Nesta agência, os jornalistas não dão a cara, fazem notícias que vendem aos meios de comunicação portugueses (e não só) e esses sim, assinam as peças.



Quanto a mim, fiquei extasiada... Por mim, ficava já la!!!

9 de outubro de 2007

SALx


Novos desafios me esperam.

O primeiro emprego que não é emprego: é uma aprendizagem.

Porque praticar na universidade é uma coisa, fazer parte de uma redacção a sério é outra.


Torçam por mim. E pelo jornal.